Os Nossos Embaixadores

Juntos pelo turismo sustentável.

Isabel

Sousa

Apaixonada pela cultura e natureza do Norte de Portugal, percorrendo sempre que possível as diferentes áreas protegidas em busca de novas experiências e recantos para partilhar. Há mais de 15 anos que trabalha como guia de natureza em Portugal continental e nos Açores. Colaborando paralelamente em vários projetos de turismo responsável e de desenvolvimento rural.

Joana

Travessas

A Casa das Palmeiras conta a história do seu bisavô que em 1924 fez nascer este lugar, originalmente uma quinta de lavoura na Beira Alta. A quinta esteve abandonada durante anos até os seus pais decidirem trocar a cidade pela aldeia, dedicando-se a transformá-la num lugar para viver.

Durante mais de 10 anos a trabalhar como Engenheira do Ambiente, decidiu em 2012 mudar de vida e regressar à aldeia para dar continuidade ao que o bisavô deixou e ao sonho que tinha de dar vida à Casa das Palmeiras. Agora que o sonho se tornou realidade, está convidado a fazer parte dele também!

Fernando

Romão

Desde sempre vocacionado para a interpretação da natureza, Fernando Romão conta com uma experiência de 25 anos a guiar grupos por Serras e áreas naturais de Portugal e Espanha. Ao longo deste percurso já passou por vários projetos ligados à animação turística e ecoturismo, à conservação da natureza, foi co-autor de 2 roteiros de percursos naturais e fez várias formações específicas em Desporto-Aventura, Turismo e Interpretação da Natureza. Paralelamente, faz ainda parte da equipa editorial da Foge comigo!, uma pequena empresa que se dedica à produção e edição de guias turísticos de Portugal.

Rui e Luís

Domingos

O rio ajuda-os a pensar e a obter equilíbrio. Lembram-se de em crianças andarem de barco com o seu avô Tomás, com ele ficaram a conhecer o Tejo e os seus ritmos. E quando se “herda dos avós um rio”, têm-se o dever e a obrigação de o preservar.

Razão pela qual criaram a Rio-a-Dentro? Porque só se “ama o que se conhece.” Rui e Luis acreditam que dar a conhecer o rio Tejo é ajudar a preservar a fauna e flora, é dar vida às memórias e às histórias das gentes do rio.

Pretendem que os visitantes sintam como o rio é um “organismo vivo” e se interessem pelo seu futuro. E trabalham todos os dias para o conseguir.

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